quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Não, obrigada.

Que tal assim: você aí, e eu aqui? Minha opinião não muda, nem mudará... acho que concordo com tia Luciana, quando disse que não aprendemos a amar. Aprendemos a respeitar, ter carinho... mas amor, é ou não é. Sim, deve existir excessões, mas quase sempre é assim e comigo não é diferente. Eu não aguento mais, porque de repente uma pessoa se preocupa tanto comigo, quer tanto meu bem... e eu não faço nada. Exatamente nada. Só existo, e procuro pessoas pra me preocupar também. Triste, eu sei. Mas é assim mesmo. E fim de papo.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

the one who likes all the pretty songs

Desculpa. Desculpa por ser a maior pedra do seu sapato. Desculpa. Eu não consigo desistir. Desculpa. Eu sei, conversando com você, vejo a sua vontade de ficar descalça e bater seu calçado invertido contra um sólido, para que possa caminhar à vontade para seu brilhante futuro. Imagine como seria bom, que nós parássemos de conversar. Você teria seu tempo, pensaria, e pudesse ou não reconsiderar alguns pequenos detalhes. Eu gosto de detalhes. Eu gosto de pequenos papéis multicoloridos iguais ao seu astral. Eu gosto de sorrisos. Eu gosto de unhas vermelhas. Eu gosto de você. Desculpa. Resolvi remar meu barco. Construí um bem assim: é um caiaque de 2 lugares. Eu atrás, sendo o motor, e você na frente. Seu lugar, foi construído nas suas medidas, é impossível outra pessoa ocupá-lo. Não precisa fazer nada, me ligar, mandar msgs, pensar em mim, lembrar de mim... basta ser meu norte, minha estrela-guia, minha inspiração. Desculpa, desculpa. Eu sei, sou a maior pedra do seu sapato. Eu pensei, de verdade, em parar de conversar com você e esperar que vá atrás de mim, mas sei que isso vai ser difícil de acontecer, como diz a canção: "quem sabe faz a hora, não espera acontecer". Li uma coisa que me motivou a continuar perdendo minhas noites, que talvez você saberá depois. Desculpa. Eu acho que vou pedir pela última vez. Venha ser feliz ao lado de quem te ama, que te quer tão bem. Desculpa. É difícil, é complicado, passar o dia inteiro focado em uma multidão, uma pessoa, um rosto. Um sorriso, um lábio, um interior, em um sentimento. Andar com um papelzinho amassado no bolso, pegar uma caneta de um alguém... perceber que ninguém é importante, quando estou perto, quando me sinto perto. Tenho feito coisas que nunca tinha feito. Tenho pensado em coisas que nunca tinha pesando. Queria poder voltar atrás, mas como diz o poeta: "A vida é um espetáculo sem ensaio". Me arrepender? Por que não ? Assim eu aprendo e conserto meu futuro. Sei bem como quero transpassar meu futuro. Breve ou não... e você sabe como. Desculpa :~

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Como nossos pais

Agora tô aqui, deixando pra sofrer depois as duras palavras maternas. Acontece que eu só queria no mundo alguém pra me escutar falar sobre todo o mundo, sabe, mãe? E tem essas coisas de humano, cheio de limitações, que é um saco né... Eu sei, eu sei. Só que a gente podia pular certas fases chatas e monótonas. Ahhhh, acho que é isso. É, mãe? Ao invés de pular, eu parei. Ok, deixa eu me recuperar da descoberta. Agora me diz, bem baixinho, pra só eu ouvir: o que fazer? Não faço questão de ganhar na loteria, acho que você nem sabe, mas vou contar: são pequenas coisas que me deixam felizes. Pequenas mesmo... florzinhas, botõezinhos, sorrisinhos, visitinhas. E no fundo, acho a vida um clichê insuportável e as pessoas todas um pouco bobas. Não, gosto de algumas poucas, mas tô falando no geral sabe... E eu ando assim cansada, porque acho triste isso de levar a vida sambando, quando há tantas coisas tristes para serem sentidas, vividas. Você não acha? Juro, que queria ter mais energia, mas juro que não sei se isso vem de dentro de mim. Acho injusto você fazer isso, tentar lutar por algo que não muda. Coloquei isso na cabeça mesmo, e sei que você vai achar coisa de adolescente mimada, mas eu sou tão mais filha que outras filhas, e só você não vê. Ou talvez, seja mesmo a menos filha... será que é isso? Eu só gosto assim, do meu jeito mais íntimo do infinito particular, um tanto bem complicado e difícil de explicar.

sábado, 15 de agosto de 2009

Só mais uma coisinha

Talvez tudo não tenha passado realmente de compartilhamentos bonitos. Das duas partes. Talvez eu não seja a única diferença. Compartilhamos frases que tantas vezes queríamos ter mostrado pra qualquer alguém que nunca existiu, e quando chega alguém a quase existir, você mostra... por que não? Porque não é de verdade. E quem é de verdade sabe quem é de mentira. Foi tudo só pra dividir aquela angustiazinha, e ter alguém pra sonhar, falar, ligar no fim da tarde ou olhar o pôr do sol do penúltimo andar. Só pra dividir a tristeza, alegria, o coração dessa vida toda. E se divertir, também.
Me pego pensando, e se eu realmente quisesse, imagino como me amaria, e como seria lindo viver. Mas é assim mesmo, cada louco com sua mania. Não quero estar certa, mas não quero mentir pra mim.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Eu até que gosto de lá

Lembro que quando fui pra oitava série, me deu uma saudade imensa de chorar, querer parar o tempo, e ver pessoas mais velhas comigo saindo 11:30. Odeio ser a mais velha. E que seja insegurança, mas eu queria parar no tempo, agora. Poder abraçar aquele terceiro ano inteiro e fazer todo mundo perder de ano. Gosto de crescer, mas me incomoda imensamente o fato de ser a maior. Eu queria tanto umas pessoas comigo pra sempre, e ao mesmo tempo, queria tanto outras pessoas... de capitais lindas e maravilhosas. Acho mesmo que nunca vou me acostumar a andar com pessoas da minha idade.

domingo, 2 de agosto de 2009

00:39

Eis que aqui estou eu, quebrando as barreiras dos meus preconceitos e orgulho, pra dizer sim que estou morrendo de saudades, e o quanto queria que você estivesse online no msn agora. Ou me ligasse, ou sei lá. E o quanto essa semana vai ser tão corrida, e eu não vou poder me agarrar a nenhum pensamento bonito guardado nos último dias... e como eu queria. Só agora, ver, abraçar, tocar. Sentir sua fragância de flor única, mesmo que soe gay. Tocar nos seus espinhos, sentir dor e continuar, porque a cor, o cheiro é mais forte, mais bonito e atraente. Não sei, talvez seja a magia da noite, e eu nem me lembre disso depois, mas eu tô com uma vontade louca de ter aqui, porque gente assim não há de existir!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Prendia o choro, e aguava o bom do amor...

Maiara...aquela loirinha com um furinho entre a boca e o nariz,vítima das piadinhas se a água não saia pelo pequeno buraco.Amor,simpatia em uma pessoa que gosta das pessoas como realmente são.Dizia que vinha de São Paulo,já no primeiro dia de aula,com uma mochila estranha,de pendurar...enquanto a do resto da turma,era toda de rodinhas.No começo,tudo quanto era o nome tinha o "r",mas logo pegou nossa maneira,e quase passa imperceptível suas origens hoje em dia.E de repente,assim como chegou de São Paulo,vai chegar agora em outro lugar...no Rio.Laços de amizade,nunca se perderão e ficarão pra sempre na memória.A desengoçadazinha meia boa de futebol.A conversadeirinha.A meiga.Agora, vai ser estranha para outras pessoas...assim como um dia foi para nós,e agora,vai nos levar no coração,no sotaque,nas boas maneiras,numa linda batucada de samba baiano,e ser a loirinha do furinho que veio da Bahia.Só que nunca saberão o quanto,nós,que ficamos, sentiremos saudade e falta.Mas quer saber um segredo?Um dia vou te visitar, e juro, pra quem quiser,que queria estar no seu lugar.Viajar,conhecer outras pessoas,cidades...e deixar assim como você,um buraquinho no coração dos lugares em que passar.E depois de tudo isso, aproveite, boa viagem,nunca vou te esquecer,e amo você...assim, metade São Paulo,metade Bahia,e agora um pouquinho de Rio...

Com saudades, desde já, Fernanda.

Bella Cullen

"Foi uma sensação estranha essa de ser b0a em alguma coisa. Como humana, nunca havia sido melhor em nada. Não tinha problema em lidar com Renée, mas provavelmente muita gente poderia ter feito melhor. Eu era uma boa aluna, mas nunca a primeira da turma. Evidentemente, podia ser excluída de qualquer atividade esportiva. Não tinha talentos artísticos nem musicais, nem outros de que me gabar. Ninguém nunca recebeu um troféu por ler livros. Depois de dezoito anos de mediocridade, eu estava acostumada a estar na média. Percebia agora que havia muito tempo eu desistira de quaisquer aspirações de brilhar em alguma coisa. Eu simplismente fazia o melhor com o que tinha, sem jamais me sentir à vontade em meu mundo."

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Meio bossa nova, meio rock'n'roll

"Segunda-feira Pri veio pra cá, passou a noite comigo, e eu falei de você pra ela. Falei sobre o quanto você é legal, divertida e apaixonada pela vida. Sobre o quanto você parece ser muito mais velha do que é, o quanto você é inteligente, sabe se adaptar perfeitamente a novos ambientes e pessoas, e conversa sobre todos os assuntos. Sem falar no seu gosto musical, incrível.
E falei também da vontade que eu tenho de te tirar do seu mundo, das suas amiguinhas-chatas-e-fúteis, e te trazer pro meu. Você ia amar conversar sobre filosofia e MPB com umas pessoas que eu conheço. E eles amariam você, eu tenho certeza.
A gente sempre se deu muito bem, e eu gosto disso entre nós. Não somos casuais. Dividimos amores, autores, sonhos, gostos e viagens. Sem falar dos problemas. A gente sempre acha solução pra todos eles. E a gente sempre se diverte tanto, com tudo.
Você me chama de bestinha-apaixonada, e eu dou risada. Eu que devia te dizer essas coisas. Eu que devia ser a sensata, a que sabe dar conselhos, a que ajuda. E não, você que faz isso comigo, você é o que me traz pra realidade, você me ajuda a superar tudo, com muita classe e gentileza.
Seu coração é bom, e eu sou uma pessoa melhor quando estou com você. E por sua causa.
E eu te amo, e te quero muito bem.
Com açúcar, com afeto
R."

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Dorzinha de amor.

De muitos gostos dentre tantas diferenças, uma das que mais me chamam a atenção é como mulher gosta de sofrer. Sei que gosta, não tem outra explicação. E eu juro, que agora, queria está assim. Sério! Preciso sofrer, me façam sofrer! Porque não existe coisa mais agoniante do que ouvir aquela música dramática e simplesmente está bem... Sorrir, não precisar pensar em ninguém, nem nada. E do que escrever, quando tá tudo em paz e lindo? O barquinho de papel passa pelas águas, nessa chuva que cai agora... Não dá certo. Além disso, já tenho perdido a prática com as palavras, e meus olhos cansaram, e meus ouvidos passara, a ouvir o que não deveriam, o que me lembra a tal história de como um menino de 4 anos conseguiu quebrar o gelo, e um sábio respondeu "Ninguém disse que ele não seria capaz". Merdinha. Pelo menos, Tati Bernardi voltou, tomo as dores dela e sofro junto. Qualquer dia desses, vão ter que inventar comprimido de sofrimento... mas admitamos, tem umas dores que são boas de sentir, não é?

"sei lá, eu só queria me entregar a algo, pelo menos uma vez, mas me entregar de verdade, sem medo, sem esperar reciprocidade, sem condicionar meu sentimento ao de outra(s) pessoa(s), sem ter que beijar na boca sempre que visse ou qualquer coisa desse tipo, mas há algo que me desse um sentindo, uma direção. to c'uma bruta vontade de amar. e NADA mais. mas sei lá, talvez o carinha do bright eyes esteja certo e o amor seja só mais uma desculpa pra se machucar. e machucar." (http://hardtolive.blogspot.com/)

domingo, 21 de junho de 2009

Minhas lágrimas

Tenho me sentindo cada vez mais só, e não falo da carência masculina, nem nada parecido e por incrível que pareça, de amigos. Eu gosto dos meus como são, respeito gostos e crenças, apesar de não concordar com MUITAS coisas! Opostos se atraem, fato. Mas opostos cansam, também. Porque não dá, simplesmente não entra no ouvido aquelas músicas com letras baixas e desreipeitosas (isso tá certo? não soou (?) bem). Eu entendo, que às vezes precisamos de um bom brega pra descansar a mente, o corpo e esquecer o mundo, mas meu ouvido não é penico pra ouvir isso como rotina. Eu tento mudar em diversos aspectos pra melhor sempre, mas ninguém me acompanha, e eu não acompanho ninguém. E depois, a chata sou eu... logo eu! Eu, que sempre ouvi tudo que não quis, que sempre sorri pra conversas fúteis, que sempre elogiei, que procuro nunca excluir. Eu, a 'culta'. Eu cansei, sabia... E tudo que eu queria, realmente, era alguém pra conversar TRANQUILAMENTE sobre o jornalismo e o diploma. E nem exijo alguém que goste de Caetano, também. "Me diga com quem tu andas que eu direi quem tu és", nunca serviu no meu caso, e eu nunca me importei, mas hoje eu queria muito andar com quem eu sou, e dizer sem medo "eu sou o que vocês são, não solta da minha mão". Só precisava dizer isso. Beijos!

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com medo de tratar uma pessoa diferente porque tive uma certeza, e isso não é bom.

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Meu twitter tá de mal comigo, e não quer colocar minha foto.

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Estou ansiosa pra viajar.

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Meu aniversário de 15 anos está chegando, o que causou grande revolta pra escrever aquilo ali em cima, porque o aniversário é MEU, e a EU escolho a merda de banda que EU quiser e gostar!

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Urfa, tava explodindo! :)

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E o blog também é meu, eu posso falar que vou sair, e voltar (ou não) quando eu quiser ok.

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"É que eu não amo ninguém". Essa frase é feia, mas infelizmente faz muito sentido agora. E Cazuza é lindo, pra sempre.

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Eu não vou mudar por causa de ninguém.

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precisando falar muito, e com vergonha de quem vai ler, mas sinto necessidade que leiam.

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Vou comer sanduíche do Lisboinha, porque minha mãe me ama! ♥