Quanto mais gente, menos eu. Talvez eu me importe, de fato, com todos os comentários sobre mim. Comentários alheios, bobinhos, mentirosos. Mas nem sei porque falo isso... se no final, o mundo se cala pra eu ouvir meus pensamentos. Aí é quando minha alma pede por música no volume máximo. Mas meus tímpanos não aguentam. E ficamos brigando, diariamente.
E sabe quando você chega em casa, assim, querendo só comidinha e companhia? Acho que devemos não deixar de nos acostumar. Devemos achar que não é rotina. E talvez não seja, mesmo. Devemos fingir que não esperava e comemorar toda vez que não almoça sozinha, quando descobre que alguém ficou com fome por mais tempo pra te esperar.
Sobre nós, eu já sei. Não tem mais graça, porque esquecestes que o amor é passageiro? E mais que a vida. Como foi capaz de esquecer uma frase tão importante dessa? Então, me retiro de sua vida, já que você se recusa. Com todo amor, carinho e prazer. É ser boa demais. (Sou tão modesta). As coisas são tão diferentes. De valor, entende? E não tem nada a ver colocar isso aqui, agora, nesse texto... mas eu preciso: nunca vou me acostumar a dizer te amo. Nem ouvir.
Só quero pedir uma coisa. Me leve café na cama amanhã.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Tristonho é uma palavra bonita
"Não adianta continuar sem saber o porque que você está continuando", partiu meu coração. Verdades dói, mesmo. Na verdade, acho que estou mais frágil que sempre, e mais coisas estão partindo meu coração. Mas tudo bem. Acontece que eu fui embora sem perguntar: como descobrir o que quero? E agora, você me deixa aqui com meus botões toda atrapalhada. Quero saber o que quero. E mais, quero tanto, tanto, querer algo e lutar por isso. Quero tanto que chega a ser triste. Pensamento, conduz ao sentimento, que conduz à ação, que tem um resultado. Parece até musiquinha falando assim rápido. Pensarei nisso antes de dormir. É só que eu costumo detestar essas semanas, e eu passo a não gostar tanto de mim. Mas depois eu me reconquisto, me machuco, me amo, me odeio, volto, perdoou. Sou ótima em perdoar. Mas ainda guardo um tanto de rancor no coração, apesar de tudo. Então, acho que mereço um castigo dos grandes. Eu ainda não sei o que quero, mas sei muito bem o que mereço. E sinceramente, ultimamente, não tenho merecido muito.
Eu gosto de gente que muda de caminho,
de vez em quando.
Que muda a rotina e não passa,
pelos mesmos cantos.
Eu gosto de gente que muda de caminho,
de vez em quando.
Que muda a rotina e não passa,
pelos mesmos cantos.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Bloquinho de nota
Eu só não gosto de você,
porque você toma meu amor.
E o amor por mim mesma,
é quase tudo que tenho.
E essa é a única justificativa plausível.
Eu sei, rídicula.
porque você toma meu amor.
E o amor por mim mesma,
é quase tudo que tenho.
E essa é a única justificativa plausível.
Eu sei, rídicula.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
No promises
Eu estou com saudade de nós. E do nosso passado, de como você me fez bem. Na verdade, não é saudade de você. É saudade de mim quando estava com você. Saudade de mim com esperança, e um resto de amor, que eu não sei onde foi parar. Acho tão lindo ainda, depois de tanto tempo, termos conversas bonitas e raras. Assim como eu disse que primeiros amores são inesquecíveis, mas pena que eu não tenha sido o seu. E aí você respondeu que não fui, mesmo, mas fui uma das duas de verdade. A diferença entre todos é essa. Comigo não há comparações. Não-reciprocidade, sem dúvida, é uma das coisas mais tristes do mundo. Eu só queria ser única pra alguém. (De novo). Sinto uma vontade quase sólida de abraçar um sentimento no ar, te trazer pra perto e te encher de beijos. Sempre vou ter vontade de te agarrar, quando nos vermos. Não é difícil perceber isso. E sempre vou voltar arrependida com aquela cara de "por que você fica mais lindo cada dia? por que não fomos algo?". Coisa de fora, nada de sentimento. Sou mesmo uma egoísta que engano as pessoas com palavras inventadas. Mas é que minha criatividade precisa de um rumo nessa vida. E eu queria que o rumo fosse você, por uns dias. Por um dia, aliás. Não exijo muito. É que sinto que precisamos acabar isso, de alguma forma dramática e triste. Deixa o resto por conta da tristeza. Você está sozinho de novo, e eu estarei esperando. Eu sempre espero. No fundo, acho que passo a vida esperando coisas acontecerem. E no fundo, deve ser a única coisa que me motiva a viver. E estarei não só esperando, como fazendo por merecer. Porque nós merecemos. Nos merecemos. Depois de tudo, merecemos. Merecemos um pra sempre, ou uma morte digna. Qualquer coisa. Um final.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
O seu olhar melhora o meu
Preciso arrumar meu quarto, e devia dormir cedo. Tenho que assistir qualquer que seja episódio de House. Devo aprender tomar café, e quero amar as pessoas como elas são. Tinha que terminar um livro, um filme. Devo cuidar de mim, mas antes, preciso declarar: o amor é a coisa mais egoísta que já conheci em toda minha vida.
Quase me perco ao me perguntar, se na verdade, não são as pessoas que sejam egoístas. Pouco importa. Escolhi o amor pra colocar a culpa, agora. As pessoas já são tão chatas, não precisam de mais.
O que quero dizer é: me incomoda os olhares das pessoas não se encontrarem. E mesmo que você saiba que tem alguém te olhando, você insiste em desviar o olhar, porque não quer perder de vista aquela menina, que está olhando pra outro, inclusive. E aí, há uma roda de amores não recíprocos. Olhares perdidos e tristes.
Eu sei que eu posso muito bem, virar, olhar, querer quem me olha. Mas eu não tenho vontade. E é por isso que não consigo ter raiva de ninguém, porque o olhar de outros estão pra outros. Poucos conseguem se observar e gostar por muito tempo. Porque olhar nos olhos dói. E é insuportável. Por isso que concordo plenamente que é amor é pros fortes. Mas o ódio também é.
Feliz de quem encontrar um olhar olhando pro seu. Ou não.
Quase me perco ao me perguntar, se na verdade, não são as pessoas que sejam egoístas. Pouco importa. Escolhi o amor pra colocar a culpa, agora. As pessoas já são tão chatas, não precisam de mais.
O que quero dizer é: me incomoda os olhares das pessoas não se encontrarem. E mesmo que você saiba que tem alguém te olhando, você insiste em desviar o olhar, porque não quer perder de vista aquela menina, que está olhando pra outro, inclusive. E aí, há uma roda de amores não recíprocos. Olhares perdidos e tristes.
Eu sei que eu posso muito bem, virar, olhar, querer quem me olha. Mas eu não tenho vontade. E é por isso que não consigo ter raiva de ninguém, porque o olhar de outros estão pra outros. Poucos conseguem se observar e gostar por muito tempo. Porque olhar nos olhos dói. E é insuportável. Por isso que concordo plenamente que é amor é pros fortes. Mas o ódio também é.
Feliz de quem encontrar um olhar olhando pro seu. Ou não.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Sweet heartkiller
- Sei que somos desajeitados com isso e o clima não colabora, mas pode me abraçar agora?
- Pode pedir mais que isso, se quiser.
- Pode me dar mais que isso, se quiser.
- Posso mesmo?
- Deixa eu pensar se tem sido um bom menino...
- Você sempre me verá como um bom menino.
- Ah, essas suas manias que me deixam vermelha se eu ficasse vermelha quando estivesse com vergonha.
- Minto?
- Infelizmente, não.
- Então... acho que merecemos mais que um abraço.
- Você sabe, eu sempre acredito.
(...)
- Você não devia fazer isso comigo.
- Vai dizer que não gostou.
- Você vai embora, como todos.
- Ficarei no coração, como poucos.
- No meu coração?
- Sim.
- Mas eu já disse, meu coração é uma privada.
- E eu já disse que você é uma sweet heartkiller?
- Não quero assassinar seu coração.
- Ah, ele não é muito significante. E é bem feio e triste, por sinal.
- Posso ficar, então?
- Só se me der mais um beijo.
(...)
- Um dia eu devolvo.
(...)
- Devolvo o coração.
- Promete?
- Não.
- Ok, mas ainda tá valendo um beijo?
- Quantos quiser.
- Pode pedir mais que isso, se quiser.
- Pode me dar mais que isso, se quiser.
- Posso mesmo?
- Deixa eu pensar se tem sido um bom menino...
- Você sempre me verá como um bom menino.
- Ah, essas suas manias que me deixam vermelha se eu ficasse vermelha quando estivesse com vergonha.
- Minto?
- Infelizmente, não.
- Então... acho que merecemos mais que um abraço.
- Você sabe, eu sempre acredito.
(...)
- Você não devia fazer isso comigo.
- Vai dizer que não gostou.
- Você vai embora, como todos.
- Ficarei no coração, como poucos.
- No meu coração?
- Sim.
- Mas eu já disse, meu coração é uma privada.
- E eu já disse que você é uma sweet heartkiller?
- Não quero assassinar seu coração.
- Ah, ele não é muito significante. E é bem feio e triste, por sinal.
- Posso ficar, então?
- Só se me der mais um beijo.
(...)
- Um dia eu devolvo.
(...)
- Devolvo o coração.
- Promete?
- Não.
- Ok, mas ainda tá valendo um beijo?
- Quantos quiser.
Aquele gosto, na maçã do rosto
- Bu.
- Você sumiu!
- Você também.
- O que aconteceu?
- Nos perdemos.
- Achei que nunca enjoaria de você.
- Eu avisei que enjoaria...
- Verdade.
- Dá pra desenjoar?
- Na verdade, acho que tá passando o enjôo.
- Já sei, uma agoniazinha no coração?
- Você também sentiu?
- Não, eu só sei.
- Putz. O que você acha quando lê minha mente?
- Agonias no coração.
- É?
- Sim. E me diz, como faço pra devolver seu coração?
Então, Julia ficou muda. E correu. Porque ele sempre perdia a chance de ser romântico, porque ele sempre a decepcionava e porque ela estava desesperada em ter o coração de volta. Ela gostava, mesmo, de não sentir. Gostava, sim. E quando já estavam a alguns metros de distância, ela começou a chorar. Sozinha. Não sabia exatamente porque, mas ela não gostou daquela pergunta. Ele estava ali, na frente dela, não precisava devolver nada. Só precisava se dar. Que trabalho ele tinha pra se dar? Podiam trocar corações, pensou. E ele olhava, olhava, olhava. Destestava a sensação que ele tinha de lhe chamar com o olhar. E ela sempre ia. Se odiava nessas horas... mas ele estava tão bonito. E tinham tanto tempo que não se viam, se tocavam! Tempo, na medida do amor... onde um dia, na verdade, são 24. Então, ela voltou. Não podia se perder daqueles olhos de novo. Mas ela queria ir embora, apesar de tudo, e ele não deixava. Agora, pendurava-se no seu casaco e pedia por um beijo de despedida. Ele estava tão perto. Tão bonito. Mas Julia gostava de coisas feias e machucadas, então ofereceu sua parte do rosto mais sem graça: a bochecha direita, que ficou marcada com o lábio mais frio que conhecia.
- Você sumiu!
- Você também.
- O que aconteceu?
- Nos perdemos.
- Achei que nunca enjoaria de você.
- Eu avisei que enjoaria...
- Verdade.
- Dá pra desenjoar?
- Na verdade, acho que tá passando o enjôo.
- Já sei, uma agoniazinha no coração?
- Você também sentiu?
- Não, eu só sei.
- Putz. O que você acha quando lê minha mente?
- Agonias no coração.
- É?
- Sim. E me diz, como faço pra devolver seu coração?
Então, Julia ficou muda. E correu. Porque ele sempre perdia a chance de ser romântico, porque ele sempre a decepcionava e porque ela estava desesperada em ter o coração de volta. Ela gostava, mesmo, de não sentir. Gostava, sim. E quando já estavam a alguns metros de distância, ela começou a chorar. Sozinha. Não sabia exatamente porque, mas ela não gostou daquela pergunta. Ele estava ali, na frente dela, não precisava devolver nada. Só precisava se dar. Que trabalho ele tinha pra se dar? Podiam trocar corações, pensou. E ele olhava, olhava, olhava. Destestava a sensação que ele tinha de lhe chamar com o olhar. E ela sempre ia. Se odiava nessas horas... mas ele estava tão bonito. E tinham tanto tempo que não se viam, se tocavam! Tempo, na medida do amor... onde um dia, na verdade, são 24. Então, ela voltou. Não podia se perder daqueles olhos de novo. Mas ela queria ir embora, apesar de tudo, e ele não deixava. Agora, pendurava-se no seu casaco e pedia por um beijo de despedida. Ele estava tão perto. Tão bonito. Mas Julia gostava de coisas feias e machucadas, então ofereceu sua parte do rosto mais sem graça: a bochecha direita, que ficou marcada com o lábio mais frio que conhecia.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Someone I love will die.
Tenho me decepcionado cada dia mais com as pessoas. Depois me perguntam porque, de vez em quando, canso de todo mundo. E eu queria saber era o que fazer pra não cansar.
Porque, sinceramente, eu sou tão fácil de agradar. Sério, não preciso de muito. Só que eu preciso de pouco, e não de nada. Preciso de qualquer coisa.
Tenho sentido um vazio enorme na alma. É vazio de não ter o que e porque gostar. Minha alma tá carente de tanta coisa... até de coisa ruim, mesmo. E eu não sei se é tudo culpa minha. Não sei se tenho capacidade de gostar, sem nada em troca. Não sei mesmo. Mas acho que fui capaz até agora. E eu não quero ser capaz.
Precisava que alguém no mundo, me mandasse uma mensagem no meio da aula de matemática dizendo qualquer besteira sem sentido, como "assim como 2 e 2 são cinco...". Precisava de alguém que realmente se importasse com o que eu sentisse.
Sinto que se formam pares, trios, quartetos e os grupos vão se fechando. E sinto que não tem espaço pra mim. Talvez porque eu não me esforce pra entrar em nenhum, talvez, na melhor das hipóteses, porque ninguém me queira.
Não quero transformar isso num drama patético, assim como quase tudo que escrevo. Mas não estou exagerando, agora.
Nem que eu tivesse algo pra odiar extremamente. Absurdamente. Quero algo que não caiba em mim.
Penso em dividir algumas coisas com alguém, quem sabe. Mas eu sou tão cheia de vazio. E que absurdo falar assim... também estou de saco cheio de me sentir cheia de vazio. E assim, me torno tão, tão, tão leve... que a leveza chega a ser insustentável. A insustentável leveza do ser, leiam.
Queria reinventar em mim, tudo que tenho direito. Mas tudo com um pouco mais de açúcar e afeto. E colocar qualquer coisa que se sinta, nesse meu coração. Porque eu nunca quis tanto como agora, transbordar.
Porque, sinceramente, eu sou tão fácil de agradar. Sério, não preciso de muito. Só que eu preciso de pouco, e não de nada. Preciso de qualquer coisa.
Tenho sentido um vazio enorme na alma. É vazio de não ter o que e porque gostar. Minha alma tá carente de tanta coisa... até de coisa ruim, mesmo. E eu não sei se é tudo culpa minha. Não sei se tenho capacidade de gostar, sem nada em troca. Não sei mesmo. Mas acho que fui capaz até agora. E eu não quero ser capaz.
Precisava que alguém no mundo, me mandasse uma mensagem no meio da aula de matemática dizendo qualquer besteira sem sentido, como "assim como 2 e 2 são cinco...". Precisava de alguém que realmente se importasse com o que eu sentisse.
Sinto que se formam pares, trios, quartetos e os grupos vão se fechando. E sinto que não tem espaço pra mim. Talvez porque eu não me esforce pra entrar em nenhum, talvez, na melhor das hipóteses, porque ninguém me queira.
Não quero transformar isso num drama patético, assim como quase tudo que escrevo. Mas não estou exagerando, agora.
Nem que eu tivesse algo pra odiar extremamente. Absurdamente. Quero algo que não caiba em mim.
Penso em dividir algumas coisas com alguém, quem sabe. Mas eu sou tão cheia de vazio. E que absurdo falar assim... também estou de saco cheio de me sentir cheia de vazio. E assim, me torno tão, tão, tão leve... que a leveza chega a ser insustentável. A insustentável leveza do ser, leiam.
Queria reinventar em mim, tudo que tenho direito. Mas tudo com um pouco mais de açúcar e afeto. E colocar qualquer coisa que se sinta, nesse meu coração. Porque eu nunca quis tanto como agora, transbordar.
domingo, 28 de março de 2010
Me abraça forte
Algumas vezes, acho que vivo desperdiçando tempo
amor, sonhos, pessoas
É por isso, que algumas vezes
quero matar e morrer
Morrer meus desejos, meus amores, drogas
de tanto que vivem
Alguém entende de morrer de tanto viver (?)
Deve ser amor, de todos sentimentos
o que menos tenho
e o que mais queria ter
E tenho tantos ruins de sobra...
ninguém quer, não é
Tá bom...
eu espero, até quando der.
amor, sonhos, pessoas
É por isso, que algumas vezes
quero matar e morrer
Morrer meus desejos, meus amores, drogas
de tanto que vivem
Alguém entende de morrer de tanto viver (?)
Deve ser amor, de todos sentimentos
o que menos tenho
e o que mais queria ter
E tenho tantos ruins de sobra...
ninguém quer, não é
Tá bom...
eu espero, até quando der.
Luzes
Preciso dizer, que percebo que sou viciada no Twitter assim que ele fica fora do ar, quase o dia todo.
É que eu preciso colocar pra fora, de qualquer forma, um pouco de tudo que sinto, passo e sou. E é por isso, também, que muitas vezes quero me esconder ao perceber o que escrevi. Porque, de repente, me sinto como se estivesse de calcinha e sutiã. Mesmo que ninguém entenda se eu disser "avtgf", eu vou entender. Talvez escreva pra mim. E talvez, fique muito feliz quando vejo que algumas pessoas gostam do que escrevo pra mim.
Dinho agora tá cantando Renato Russo, num programa de televisão. TV aberta. Ele é bem bonito. E eu estou bem carente. Essa televisão preta e branca me dá uma vontade de voltar a passados. Passados que eu me lembre, porque memória só guarda o que coração ama.
E aí, quero que meu presente vire um passado memorável. O ruim é que isso não depende só de mim. E eu não consigo deixar de esperar dos outros. Não consigo deixar de querer exigir. Ainda bem que me controlo.
Só não controlo o riso. Não controlo o desespero de não poder rir em situações que precisam de muitas risadas. Aí, o café sai junto com a risada, e a bagunça quase fica bonita na poesia.
É que eu preciso colocar pra fora, de qualquer forma, um pouco de tudo que sinto, passo e sou. E é por isso, também, que muitas vezes quero me esconder ao perceber o que escrevi. Porque, de repente, me sinto como se estivesse de calcinha e sutiã. Mesmo que ninguém entenda se eu disser "avtgf", eu vou entender. Talvez escreva pra mim. E talvez, fique muito feliz quando vejo que algumas pessoas gostam do que escrevo pra mim.
Dinho agora tá cantando Renato Russo, num programa de televisão. TV aberta. Ele é bem bonito. E eu estou bem carente. Essa televisão preta e branca me dá uma vontade de voltar a passados. Passados que eu me lembre, porque memória só guarda o que coração ama.
E aí, quero que meu presente vire um passado memorável. O ruim é que isso não depende só de mim. E eu não consigo deixar de esperar dos outros. Não consigo deixar de querer exigir. Ainda bem que me controlo.
Só não controlo o riso. Não controlo o desespero de não poder rir em situações que precisam de muitas risadas. Aí, o café sai junto com a risada, e a bagunça quase fica bonita na poesia.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Caos desorganizado
E de novo, a bagunça insiste em permanecer no meu coração.
Sinceramente, acho que as vezes invento tristezas... porque até minha alegria, parece triste. E eu adoro essa frase.
E de repente, me vejo querendo mudar de novo. E me deparo com meu cérebro brigando contra o coração. Queria tanto deixar meu coração ganhar.
Acho que devia estudar pra Química, cortar o cabelo, parar de pensar no que podíamos ser, aceitar, de fato, que as pessoas não serão humanas por tão cedo, e investir em realmente quem me faz bem. Quem faz me sentir bem comigo mesma, quero dizer.
É que parece tão mais cômodo, permanecer aqui, no meu mundinho, com as mesmas pessoas que eu nunca concordarei com suas idéias. Me parece e é.
Só de pensar em me afastar, dói. Não sei o quê que dói, mas dói. Acho que é meu sentimento de pena gritando mais uma vez. Talvez nem seja dor.
Eu queria realmente não me importar. Mas eu vou falar uma coisa... é que não faz muita diferença quando você tem 50 amigos e perde um. Mas perder um de 5 é triste e vazio. Deve ser como perder um dedo.
Não que eu tenha perdido um amigo... não, eu acho. Mas é que eu queria mandá-lo embora. E eu me sinto mal por isso, mas é verdade: é que não suporto vê-lo triste.
Talvez seja baboseira e isso tudo não passe de uma ficção mal feita. É que às vezes me dá enjôo de gente.
Sinceramente, acho que as vezes invento tristezas... porque até minha alegria, parece triste. E eu adoro essa frase.
E de repente, me vejo querendo mudar de novo. E me deparo com meu cérebro brigando contra o coração. Queria tanto deixar meu coração ganhar.
Acho que devia estudar pra Química, cortar o cabelo, parar de pensar no que podíamos ser, aceitar, de fato, que as pessoas não serão humanas por tão cedo, e investir em realmente quem me faz bem. Quem faz me sentir bem comigo mesma, quero dizer.
É que parece tão mais cômodo, permanecer aqui, no meu mundinho, com as mesmas pessoas que eu nunca concordarei com suas idéias. Me parece e é.
Só de pensar em me afastar, dói. Não sei o quê que dói, mas dói. Acho que é meu sentimento de pena gritando mais uma vez. Talvez nem seja dor.
Eu queria realmente não me importar. Mas eu vou falar uma coisa... é que não faz muita diferença quando você tem 50 amigos e perde um. Mas perder um de 5 é triste e vazio. Deve ser como perder um dedo.
Não que eu tenha perdido um amigo... não, eu acho. Mas é que eu queria mandá-lo embora. E eu me sinto mal por isso, mas é verdade: é que não suporto vê-lo triste.
Talvez seja baboseira e isso tudo não passe de uma ficção mal feita. É que às vezes me dá enjôo de gente.
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