Eu ainda amo as mesmas pessoas...
Fernando, Solange, Júlia, Luísa, Marina, Tica, Jô, Lucy... Só tenho a agradecer pela paciência, por descobrirem como conviver comigo, pelos bom-dias mau humorados ou não respodidos, pelas respostas impulsivas, pelo não agradecimento a pequenas atitudes, pela importância, por terem ficado me olhando chorar por mais de 3 horas, por terem me esperado chegar da festa, pelo abraços, os minutos a mais que ficaram com fome pra me esperar pra comer, por terem assistido filme com legenda a contra gosto, por terem que "aturar" a rádio 97.5, pelo respeito, carinho, implicâncias e a nossa vontade de evoluir juntos. Vocês são para sempre. E são de casa, literalmente. Mas acima de tudo, da casa (fixa) do meu coração.
Letícia, Luana... nosso trio e nossas idas e vindas. Obrigada por todas as palavras, gestos, carinho, brincadeiras que sempre tem um pingo de verdade, me descobrirem, me fazerem admitir sentimentos, compartilhamento de kró-queijos e derivados, conversas, histórias, amores. Me fazerem sorrir, mesmo obrigatoriamente. Desculpa pelos silêncios inexplicáveis, pelos pontos finais. Foram vocês que souberam lidar comigo, durante todo o ano. Sabendo muito ou pouco, estiveram sempre presentes. Obrigada pelos filmes, pelos planos, pelas loucuras planejadas, pelos gostos diferentes e pelo mesmo amor. O de sempre.
Juliana e Yla, eis que as conhecidas da turma A vieram pra minha turma, e outro trio surge e o sentimento começa a tomar forma sozinho. De vocês, que além de terem compartilhado comigo grandes coisas, viveram quase na mesma época, não sei nem o que dizer... Rimos juntas, nos iludimos juntas, desejamos juntas, odiamos juntas, nos apaixonamos juntas, mentimos juntas, descemos as escadas juntas (rs), perdemos ed. física só pra "chorar" juntas. Vou sentir uma saudade imensa do que fomos nos intervalos, do que dizemos e fizemos por quem não estava nem aí, do que queríamos, das macumbas de Juli, que de tanto acreditarmos, algumas até viraram verdades... da frieza de Yla que logo era quebrada com uma visita numa terça ou quinta, rs.
Victor, Caio. Os dois nerdzinhos que mais amo no mundo, admiro, quero bem. Obrigada pelas conversas idiotinhas, outras inteligentes, os livros que não li, os CDs que não escutei, as ironias... Vocês foram minha janela laranja piscando, meus dedos gritando, meus olhos lendo, minha madrugada de insônia, minhas conversas na webcam, as strip teases não realizadas, os ouvintes dos amores não correspondidos, dos amores loucos, as mentiras da carta em inglês, as verdades da carta em inglês, o desespero e alegria ao encontrar estranhos bonitos no Omegle... Obrigada.
Adriano, Eduardo, Lucas, Nick, Hian, Thiago, o garoto da casa ao lado... Preciso de cuidado pra falar desses. Eu poderia falar eternamemte separadamente de cada um. Por tudo que foram, fizeram e representaram pra mim esse ano (passado). São os meus amorezinhos. Por mais que uns tenham sido mais amores que outros. Foram vocês os responsáveis do desespero de minhas amigas, do meu desespero, de vários textos, alguns sorrisos, muito ódio, felicidade, lembranças em músicas, cheiros impregnados, desejo, vontade de ir pra escola, mentiras sinceras... Agradeço apenas por terem sidos... seja lá o que foram. Mas tenho uma ótima imaginação pra quem é, na minha vida... então, obrigada pelo que me fizeram ser ou tranformar ao lado de vocês.
Monique, Bruna, Jaísa, Nana, Patrick, Alice, Thamyris, companheiros de viagem, Iguana, Dan, Isabela, Jéssica. Obrigada por terem me permitido compartilhar com vocês partes tão importantes do meu ano. Obrigada pela oportunidade que me derão de gostar e conhecer mais vocês. Guardo com carinho um sentimento quase sólido que deixaram em mim, pela passagem, mesmo que rápida ou permanente...
Din, Gabi Miranda, Rafael, Maria, Ana Ciacci, Carol, Andrea, Hugo, Rochelly. Eu tenho um carinho imenso por vocês. Pelo passado, presente e futuro. Independente do que tenhamos vivido, sofrido, amado, compartilhado... Amo de graça.
Colegas de classe, de ballet, inglês e banca... Vocês me viram nas minhas piores situações, mas também compartilhamos isso. Me viram com tic tac na franja, roupa de Fiuk (risos), despero, nervosismo, felicidade, raiva, ansiedade. Mas também soubemos aprender juntos e dividir piadas, apelidos, pescas, risadas... Vocês que me ensinaram a trabalhar em grupo e respeitar as diferenças, por mais difícil que tenha sido.
E aos meus familiares... Um eterno abraço de aconchego e "estou aqui pra o que precisar", desde que não precisem perguntar onde está meu namorado, rs. Primos, continuem formando, haha. Sou orgulhosa e vocês são a parte mais querida da família não escolhida, mas que eu escolheria, se pudesse.
Obrigada pelo 2010, foram vocês que fizeram ele valer a pena... Talvez com um sorriso, palavras, presença, mensagem, carta, abraço ou simplesmente existência. Tudo que eu desejo pra mim, desejo redobrado pra vocês. Um beijo, em cada um, onde quiserem.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
Se a fila andar...
Ele vai dizer que não presta. No início, no meio ou no fim. Mas ele vai dizer. Alguma hora, ele diz. Ou várias horas. O que importa é que ele vai falar há tempo de você sair. Então, quando ele disser, saia. Saia correndo. Corra. Abandone. Não olhe pra trás. Não lembre das palavras, das atitudes. E deixe virar pó tudo que foi bom. Ninguém presta, eu também achava. Mas ele é do tipo prestável-imprestável, se é que alguém entende. Então, acredite. Ele não presta, de verdade. Mais que os outros. E de vez em quando ele diz algo meio bonito, que você quase começa a achar que ele está enganado, mas não está. Talvez ele até te conquiste com umas mentiras inventadas, umas frases soltas, e um olhar fixo. Mas não se deixe iludir. Pra depois não ouvir um "eu avisei...", porque ele avisa, mesmo.
sábado, 1 de janeiro de 2011
Para 2011, com carinho
Vontade de que seja bom. Verdadeiro. Calmo. Família. Amigos. Saúde. Compartilhar. Cartas completas. Destinatários certos. Beijos infindáveis. Abraços apertados. Banho de chuva. Piscina. Chuveiro. Mais pés descalços. Menos unhas roídas. Ligações de 3 segundos. Conversas de 3 horas. Esperança. Fé. Conquistar liberdade. Doçura. Estudo. Aprendizagem. Carinho. Sinceridade na medida certa. Um pouco menos de orgulho. Organização. Antecipação. Consequências. Opinião. Gritar. Aprender a chorar quando tiver vontade. Diário. Centro. Valor. Grama molhada. Céu nublado. Alma colorida. Cadeira balançando. Você. Amor.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Adeus, dois mil e dez
Fim. Adoro isso. É romântico, triste, esperançoso, tranquilo... é o fim. Seja lá do que for.
E hoje, eu queria estar bem, em paz, comigo mesma... é como aquele livro que sempre é mais ou menos, mas o final tem que ser bom. Independente de como o livro foi, é imperdoável um final ruim. Se for ruim, torcemos pra o final salvar. Se for bom, torcemos pra o final surpreender. Então, vou me dar de presente pensamentos expostos... que fugi tantas vezes esse ano, por medo, talvez. Além do diário que vou me presentear também, claro. Mas deixa isso pro começo.
Esse ano não foi de fato, um daqueles em que dizemos sorridentes "um dos melhores anos da minha vida", nem mesmo "um dos piores", mas seja lá o que for, qualquer dia é aprendizagem. Não sei porque, ainda, mas as coisas ruins sempre sobrepõem as boas. Talvez pela intensidade da dor... mas quem disse que as ruins também não podem ser boas?
Perdi no inglês e nunca chorei tanto na vida. Fiz Enem, fiquei triste, fiz prova da UnB, fiquei desesperançosa. Me cobrei, me odiei, me amei. Quis lugares, pessoas, horas e não tive. E soube agradecer por isso depois. Conheci a Disney, me conheci. Conheci Nova Iorque e algumas pessoas especiais.
Aprendi a gostar de minha casa e dar mais valor a minha família. Me apaixonei pela COTEFAVE, odiei minha turma, amei também, torci, quis que Serra ganhasse, meu time foi campeão estadual, minha tia preferida engravidou e eu fotografei seu casamento, meu primo se formou, alguns amigos formaram.
Cresci. Doeu crescer. Aprendi tarde algumas coisas, por teimosia. Agora é tempo de recuperar. E amar. Pequenas coisas. Grandes. O que for.
Vou levar comigo os valores e as lembranças dos meus desejos e acima de tudo, minha vontade de mudar, pra conseguí-los.
Ano de agradecer, também, pelas pessoas que passaram, pelos que ficaram, pelos que me amaram. E você, que está lendo isso. É por sua causa que esse blog ainda existe. Obrigada de alma.
As expectativas não são muitas... estou aprendendo a me deixar surpreender. As promessas, as mesmas. Mas vamos que vamos, como diria alguns amores, com fé. É o único motivo de ainda sermos.
(P.S.: Me assustou o número de postagens desse ano ter sido o mesmo do ano passado. Engraçado essas coincidências.)
Até logo, fantasmas! :)
E hoje, eu queria estar bem, em paz, comigo mesma... é como aquele livro que sempre é mais ou menos, mas o final tem que ser bom. Independente de como o livro foi, é imperdoável um final ruim. Se for ruim, torcemos pra o final salvar. Se for bom, torcemos pra o final surpreender. Então, vou me dar de presente pensamentos expostos... que fugi tantas vezes esse ano, por medo, talvez. Além do diário que vou me presentear também, claro. Mas deixa isso pro começo.
Esse ano não foi de fato, um daqueles em que dizemos sorridentes "um dos melhores anos da minha vida", nem mesmo "um dos piores", mas seja lá o que for, qualquer dia é aprendizagem. Não sei porque, ainda, mas as coisas ruins sempre sobrepõem as boas. Talvez pela intensidade da dor... mas quem disse que as ruins também não podem ser boas?
Perdi no inglês e nunca chorei tanto na vida. Fiz Enem, fiquei triste, fiz prova da UnB, fiquei desesperançosa. Me cobrei, me odiei, me amei. Quis lugares, pessoas, horas e não tive. E soube agradecer por isso depois. Conheci a Disney, me conheci. Conheci Nova Iorque e algumas pessoas especiais.
Aprendi a gostar de minha casa e dar mais valor a minha família. Me apaixonei pela COTEFAVE, odiei minha turma, amei também, torci, quis que Serra ganhasse, meu time foi campeão estadual, minha tia preferida engravidou e eu fotografei seu casamento, meu primo se formou, alguns amigos formaram.
Cresci. Doeu crescer. Aprendi tarde algumas coisas, por teimosia. Agora é tempo de recuperar. E amar. Pequenas coisas. Grandes. O que for.
Vou levar comigo os valores e as lembranças dos meus desejos e acima de tudo, minha vontade de mudar, pra conseguí-los.
Ano de agradecer, também, pelas pessoas que passaram, pelos que ficaram, pelos que me amaram. E você, que está lendo isso. É por sua causa que esse blog ainda existe. Obrigada de alma.
As expectativas não são muitas... estou aprendendo a me deixar surpreender. As promessas, as mesmas. Mas vamos que vamos, como diria alguns amores, com fé. É o único motivo de ainda sermos.
(P.S.: Me assustou o número de postagens desse ano ter sido o mesmo do ano passado. Engraçado essas coincidências.)
Até logo, fantasmas! :)
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Romeu sem Julieta
Eu não sei porque a cidade também perdeu a graça. Não sei porque, de repente, ao passar na esquina, não sinto mais esperança. A chuva enjoou de mim dizendo pra trazer o meu benzinho. As pessoas ficaram todas bobas. De repente, ir na avenida principal não faz mais sentido. O shopping anda tão vazio... as conversas estão mais chatas, as pessoas mais repetitivas. Não vi luzes de Natal, e as pessoas na feira estão mais cansadas. O MSN até madrugada não tem graça. Talvez seja isso que chamam de saudade. Ou maldade. Está diferente. Acho que um pedaço meu foi junto, tem como conferir aí? Morangos e chocolate e metade das coisas resolvidas... mas até os morangos desapareceram. "Você levou o Morango contigo, anjo?".
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Little red
Eu sempre me entristeço com formaturas. Não sei. Não deixa de ser uma despedida... uma fase acabada, um começo, um tchau. E eu sempre fico feliz, também. Por querer formar, por ver pessoas crescendo e essas coisas breguinhas.Gostaria que soubessem que estou feliz por vocês e quero que vocês sejam felizes, em qualquer lugar. Que passem logo no vestibular e continuem lindos, me enchendo de orgulho.
Eu amei vocês esse dia. Fisicamente, interiormente e preenchendo todos os lugares de amor mais saudáveis e bonitos. Foi como se o sentimento estivesse sempre ali, e eu não dava a mínima pra ele. Mas agora eu ligo e quero que saibam que eu quero vocês muito bem.
Me desculpa pela teimosia de tantas vezes... com os dois. Pelos conselhos não ouvidos de Ana e as palavras (e não só isso rs) recusadas de Cenoura. E obrigada por cada frase, vírgula, atenção, carinho.
Tenho uma porção de coisas boas pra desejar. Saúde, prosperidade, felicidade, amores... assim, sem mais nem menos, mesmo. Só por carinho. Espero que cresçam, evoluam cada dia mais.
As nossas relações sempre foram uma das mais diferentes. Sabemos o que é, mas não porque. De graça. E eu adoro isso. Adoro a liberdade que nos aprisiona. O não precisar contar o dia-a-dia, mas precisar contar o que explode. E só contar quando tiver vontade, sem ninguém se importar com isso. E perguntar numa segunda-feira qualquer "como vai?", querendo realmente saber como vai.
Não preciso saber o detalhe das últimas 24h de vocês... pra saber que eu gosto muito. Só achei que essa música (Little Red... escutem! é pra vocês), essa foto e as coisas misturadinhas aqui na minha alma merecia uns escritos bobos. Só pra ficar em vocês, de qualquer forma.
Beijinhos, cheios de sorte e de mim,
Fernanda.
domingo, 7 de novembro de 2010
Oi amigo,
Eu não sei se você sabe da importância que tem na minha vida, não sei se já disse isso, não sei se é recíproco, não sei se você vai se assustar, só sei que eu preciso falar.
Eu sonhei com você hoje porque dormi com você. Nos pensamentos e nos olhos com lágrimas. Ontem mainha tava conversando com tia Taneá (que veio pegar sua irmã aqui, inclusive), quando eu ouvi sem querer que você ia embora. Você já tinha me alertado, não sei porque não me contou... quando eu já acho que é certeza. Talvez por eu ter ficado muito triste com isso das pessoas indo embora, deve ser, não é...
Mas enfim, eu descobri e quando eu ouvi eu sai porque não queria ouvir o resto e não queria que fosse verdade. E agora, tenho tanta coisa pra te dizer, que não sei por onde começar...
As pessoas podem até se assustar, mas eu não preciso provar pra ninguém que sentimento não se mede em quantidade de tempo em que passamos juntos, e sim na grandeza das pequenas coisas que se transformaram aos poucos em coisas gigantescas no coração.
Agora, é como se eu quisesse mais que nunca eternizar cada segundo que passamos juntos, guardar num livro igual guarda flor. Deixar virar sépia. Mas ainda ter a certeza de que árvore vai gerar muitas flores e frutos.
Tenho uma necessidade urgente de não perder um segundo seu. Parece uma bomba, que está contando os dias com aquele barulho insuportável, sabe. Dá vontade de chutar.
Eu cansei das pessoas indo embora de mim. E já sinto o buraco causado por sua falta. Nó na garganta e um desespero ao pensar pra quem contarei minhas coisas loucas sem medo de ser mal interpretada. E você continuar sem entender, e continuar tentando. Acho que você é um dos poucos que não desistiu de mim.
Eu não sei se é cedo pra dizer, ou tarde, ou um péssimo dia ou hora. Não sei se devia lhe entregar pessoalmente. Eu sempre fui horrível com isso de "esperar a hora/lugar certo", acho que você sabe. Se tô sentindo, falo. Ou escrevo. Até porque, poucas vezes sinto. Então, você precisa saber que eu vou precisar de band-aids pra alma, que vai sentir muita falta sua. Aliás, corpo. Porque minha alma já tem você guardado.
Preciso lembrar pra sempre do sotaque paulista, o enjôo de gente, a antipatia, a timidez, o jeito discreto, o ciúmes disfarçado que eu sentia toda vez que te pedia pra passar no corredor do terceiro ano, ano passado e esse, haha, as conversas loucas, os desabafos correndo, você me ouvindo contar das minhas relações com cartas em inglês e pessoas e eu adorar você adorar. E eu nos adorava. Nos adoro.
Desculpe se fui egoísta, deixei de ouvir ou falar alguma coisa que você gostaria de dizer. Eu morro de ciúmes de você, espero ser mais amada que Ninna, e quero que você seja feliz. Muito feliz. Aonde for, com quem for.
Chorei, sonhei. Quero, espero, desejo, olho, cuido, protejo, morro, beijo, abraço, mordo, amo... com todas minhas móleculas boas. Ou as más, mesmo, que são as mais criativas e divertidas. Mesmo que isso soe um pouco estranho pra quem não me conhece direito.
Pra ser sincera, não acredito muito nisso (realmente) de que "amizades continuam a crescer a longa distância". Me perdoe. Isso deve ser péssimo. Mas sei lá, talvez eu esteja enganada. Caso não esteja, saiba, que você foi meu melhor amigo. E aquela história de terceiro ano, era pura besteirinha, viu... eu sempre fui apaixonada por você. E uma das paixões mais bonitas, que não me fazia morrer, como eu morria com todo o resto e você vinha tentando me salvar, só ouvindo meu desespero, haha.
Eu quero que você encontre pessoas que te mereçam, reconheçam. Se permita. Independente do que acontecer, saiba que você foi muito querido por alguém que fala "fê" no lugar de "efe", (como já disse) e que fala o não no final das frases afirmativas.
Pode até ser difícil pra você, mas @nandafpf@hotmail.com e 88037872 vai estar disponível 24h, se ajudar em alguma coisa. Mesmo que odiemos celular. E vai ser difícil pra mim, também... eu, que sempre quis ir.
Eu só desejo seu bem, sua paz, e que você se adapte logo. Não se esqueça de mim. Eu vou lembrar pra sempre de você, Victor. Guardo o papelzinho de anjo que me deu feito tatuagem. Fique bem pra sempre. E falando em sempre, nós fomos e somos pra sempre. Um dia precisamos enlouquecer juntos, ainda. Se cuida pra mim.
Três beijos. Na testa, de respeito; na bochecha, de amizade; no coração, de quem fica.
Fernanda
P.S.: "E como eu te quero tanto bem. Aonde for não quero dor, eu tomo conta de você, mas te quero livre também... como o tempo vai e o vento vem. Eu só quero que você caiba no meu colo, porque eu te adoro cada vez mais e e te quero sempre em paz."
P.S2.: Amor é amor em qualquer lugar.
P.S3.: Ainda quero ver o pôr-do-sol perto do céu com você.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Não sou aquilo que se vê
Estou chata, pensativa, enjoada (fisicamente e de todo o resto), pensando mil vezes antes de fazer, querendo escrever e não me permitindo, deixando sair apenas o que é possível e mais sem graça de mim. Eu queria que as pessoas me dessem motivos pra me deixar ser quem eu quero e sou. Já basta minhas razões contra mim.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Todo pranto sumiu
Fui numa formatura ontem. Não qualquer formatura. A formatura dos meus amores (mesmo que isso seja mais platônico que meu amor por Rohan). Adorei. Não sei se adorei porque me obriguei a adorar, ou porque adorei de verdade. Só sei que foi divertido e bom.
Estou realmente acreditando que isso de bom ou ruim depende mais de você do que de tudo, sabe? E eu quis chorar e tenho ainda que aprender a lidar com isso. Deveria ser errado pessoas choronas virem recheadas de sentimentos que não a permitem chorar.
Ganhei flores, cantada de pedreiro (eu adoro isso, juro) e o menino de barba mais lindo do mundo. Eu não ganhei o menino de barba, haha, mas ele quase me ganhou e eu precisava comentar nessa frase. E falando nisso, é preciso não perder as oportunidades. Sério, por mais que você morra, por mais tímido que seja, por mais que o mundo recrimine, por mais que doa, não perca as oportunidades. Faça tudo que puder e tiver vontade. Aproveite, se permita. No máximo, você só vai se arrepender. Mas é preciso não existir "e se". Pra não morrer vazia.
Sem música marcante, o que vai ficar é minha memória. Misturada com sentimentos indefinidos, quase alegres, na maioria do tempo.
Eu ainda quero umas pessoas antigas, sim. Ainda vou levar um tempo pra me recuperar totalmente de alguns, mas é preciso se jogar, de vez em quando. Vou fazer uma promessa comigo mesma.
Pelo menos metade do pedido deu certo. E isso basta. Ou não.
Estou realmente acreditando que isso de bom ou ruim depende mais de você do que de tudo, sabe? E eu quis chorar e tenho ainda que aprender a lidar com isso. Deveria ser errado pessoas choronas virem recheadas de sentimentos que não a permitem chorar.
Ganhei flores, cantada de pedreiro (eu adoro isso, juro) e o menino de barba mais lindo do mundo. Eu não ganhei o menino de barba, haha, mas ele quase me ganhou e eu precisava comentar nessa frase. E falando nisso, é preciso não perder as oportunidades. Sério, por mais que você morra, por mais tímido que seja, por mais que o mundo recrimine, por mais que doa, não perca as oportunidades. Faça tudo que puder e tiver vontade. Aproveite, se permita. No máximo, você só vai se arrepender. Mas é preciso não existir "e se". Pra não morrer vazia.
Sem música marcante, o que vai ficar é minha memória. Misturada com sentimentos indefinidos, quase alegres, na maioria do tempo.
Eu ainda quero umas pessoas antigas, sim. Ainda vou levar um tempo pra me recuperar totalmente de alguns, mas é preciso se jogar, de vez em quando. Vou fazer uma promessa comigo mesma.
Pelo menos metade do pedido deu certo. E isso basta. Ou não.
domingo, 17 de outubro de 2010
Agora eu já sei
Eu estou feliz. Apesar de estar escrevendo.
Estou feliz por uma amiga, e por mim mesmo. E também porque ontem tinha uma dupla de cantores muito bonita no aniversário e acho que isso animou o resto de minha noite. Apesar de não parecer.
Não dói, mais. E isso é bom. Não sentir dor, com o que deveria ser sentido. Acho que estou cada dia melhor ao lidar com o meu ditado. Nada há ser esperado, nem desesperado.
Estou bem comigo mesma. E queria dizer que queria tanto que você fosse feliz. Os dois. De verdade. Arranjassem alguém legal pra perder tempo e células, rs.
Queria poder falar sem preocupação de passar ciúmes ou qualquer coisa parecida, "como foi?". Espero que não tenha dito a mesma coisa quando passou a mesma música. Haha.
E mesmo assim, de bobeira é que não estou. E voltando à rotina amanhã. Nos dois sentindos, se é que alguém entende o segundo. Enfim, que seja bom. Pra nós três.
Estou feliz por uma amiga, e por mim mesmo. E também porque ontem tinha uma dupla de cantores muito bonita no aniversário e acho que isso animou o resto de minha noite. Apesar de não parecer.
Não dói, mais. E isso é bom. Não sentir dor, com o que deveria ser sentido. Acho que estou cada dia melhor ao lidar com o meu ditado. Nada há ser esperado, nem desesperado.
Estou bem comigo mesma. E queria dizer que queria tanto que você fosse feliz. Os dois. De verdade. Arranjassem alguém legal pra perder tempo e células, rs.
Queria poder falar sem preocupação de passar ciúmes ou qualquer coisa parecida, "como foi?". Espero que não tenha dito a mesma coisa quando passou a mesma música. Haha.
E mesmo assim, de bobeira é que não estou. E voltando à rotina amanhã. Nos dois sentindos, se é que alguém entende o segundo. Enfim, que seja bom. Pra nós três.
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