terça-feira, 27 de julho de 2010

Cinza

Estão dando uma festa no céu da minha cidade. Ou pelo menos, testando o que fazer... que cor usar em qualquer comemoração básica que acontecer aqui no chão. Talvez, muitas pessoas ficando viúvas. Se não for, espero que os anjos gostem de dias nublados.
Mas só vim dizer, mesmo, que hoje acordei com um arco-íris... e se estiver festa lá em cima, quero ser convidada, também.

domingo, 25 de julho de 2010

Quero ver chegar junto prá me juntar!

Não é isso. Não sou tão dura. Talvez você tenha me interpretado errado. A verdade é a seguinte: eu só não tenho esperanças. Deixei de acreditar em amores a primeira vista e todos os filmes clichês. E apesar de tudo, ainda adoro um clichê. 
Sou carente, sim. Muito. Quero sempre alguém pra apertar e morder. Adoro morder ombros. Só não gosto de gente me amando mais que eu. É isso. Sinto uma necessidade absurda de corresponder à tudo maravilhosamente igual... mas alguém me disse: "Dizem que um dos dois sempre ama mais..." e quem dera fosse eu. 
Só que eu amo. Só não mais. Mas amo, sim. Amo qualquer movimento diferente. Amo contar quantas vezes alguém faz determinada coisa, amo o sotaque, amo a pulseira, as palavras invisíveis, o que poderíamos ser. Me apaixono fácil. Só que é paixão mesmo, bem no pé da letra: passageira. 
E agora, bom... eu ainda acredito em tudo que disse. Mas é que quando aparece alguém assim, meio bonito, traz uma fraqueza que eu ando escondendo. Tá bom, eu admito. Acho que só queria mesmo alguém pra quebrar meus conceitos, me oferecer um colo e dizer pra mim dormindo: sua bobinha, você é mais fraca do que parece.
Eu sou fácil. E você só vê e lê minhas sombras. É bem pouco. Tenho tanta coisa pra mostrar, sentir, fazer... pra qualquer pessoa que queira ver. Eu deixo, de verdade. Quero ver nossos corações juntos. E nem precisamos bater na mesma frequência. Me faça gostar. 

terça-feira, 20 de julho de 2010

Talvez eu deixe de sorrir um pouco.
Estou me sentindo a pessoa mais abandonada do mundo. E que soe dramático, idiota, mimimi. Tô nem aí também. Estou me odiando. De verdade. E que se foda.

Stop crying your heart out

Influenciei tanta gente e tantos santos, e o que contava mesmo era apenas eu. E ponto. Não dependia de mais ninguém. Era eu e palavra que me acompanhou por tanto tempo: foco.
Acho que minhas lágrimas esgotaram. Depois de tanto tempo, faz bem aliviar a alma... eu só não queria suportar de novo as mesmas coisas. Crescer dói... e tudo machuca, agora.
Nó na garganta, alma limpa, triste, leve, decepcionada, olhos vermelhos, nariz sem respirar, e um sorriso pra disfarçar.

Yes, I need more time just to make things right.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Está faltando amor...

...em todos os poros da minha pele.
...nos buraquinhos do coração.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

For the character dressed with white

The cruelest most beautiful.
And just to know (if you know)... I leave.
I let many things, but I have to say:
my heart stay intact.

I am mine, but I share something
with few people like you.
Just because I loved that writing.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Só queria saber dizer adeus

Tive aula de inglês, hoje.
Não sei o que achar ainda daquilo tudo. Tive momentos péssimos lá. O ruim é que meu lado bonzinho sempre quer aparecer. E eu quase amei todo mundo hoje.
Tivemos amigo oculto e ouvimos Red Hot Chili Peppers. Tiramos fotos, e eu senti saudades. Sei lá, Red Hot sempre vai conseguir mexer com minha alma.
Quis chorar. Tive medo de ter que voltar pra lá próximo semestre. E o pior, ter que voltar sozinha. Apesar de tudo.
E aí me arrependi. De não ter aprendido o que era pra aprender. De ter desperdiçado o que tantos queriam, querem.
E o medo tomando conta. E Red Hot gritando, todo mundo gritando, se despedindo. E eu queria tanto me despedir, também. Mas não sabia se realmente ia embora. Não sei.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Bomba de hidrogênio

Só não gosto que me olhem
E eu enjoo das pessoas
Então, não encoste
Não agora, não hoje
Talvez sempre

domingo, 30 de maio de 2010

A arte de desconfiar

Confio nas pessoas. De verdade. Confio em sentimentos e palavras. Vez ou outra tenho malícia. Porque eu sei que é preciso ter malícia sempre. Sei que todo mundo mente. Mas gostei muito de quando uma amiga me disse "Quem acredita não é idiota. Idiota é quem mente.". Sei que posso ser odiada, mas Caio me lembrou do lado negro das pessoas. E cá estou eu... desconfiada. Desconfiar é uma palavra muito feia.
Tudo bem. É possível alguém provocar outra pessoa sem querer nada em troca? Talvez exista mesmo pessoas autodestrutivas que não se importam com a reputação e todas essas baboseiras da sociedade. Eu sei, é difícil de acreditar... mas existe a possibilidade de fazer isso pra ver até que ponto consegue ser provocadora. E passar do maior limite das provocações. É.
Minha pergunta é só até onde vai a verdade.

Hoje é aniversário de meu pai

Não é por isso que vou, mas encontrei um ponto positivo das festinhas: sempre escrevo. Porque o papo pode até ser o mesmo, mas o jeito de mexer no cabelo nunca é. E eu preciso escrever o jeito de mexer no cabelo ou dançar desajeitado de alguém que nunca escrevi e que por algum motivo chamou minha atenção.
Quero guardar, ainda, algumas lembranças nas palavras. Gosto de ver as coisas. Não consigo acreditar muito sem ver. Os segredos eu deixo pra alguma parte do corpo minúscula esconder.
Acho engraçado.